Luto no ar (2)

No vôo JJ 3054 da TAM, cujo avião se acidentou durante a aterrissagem no aeroporto de Congonhas, havia uma passageira chamada Silvia Grunewald.

Como disse no post anterior, chega a quase 350 o número de pessoas que perderam a vida em acidentes aéreos nos últimos 10 meses no Brasil. Um número absurdo, assutador, que evidencia o tratamento que o sistema aeroviário brasileiro vem recebendo.

Uma tragédia dessas proporções sempre nos deixa com o coração apertado, mesmo quando não há um sobrenome familiar entre as vítimas. Mas a coisa fica um pouco pior quando encontramos um na lista.

Não conheci Silvia, assim como não conheço a maioria das 80 pessoas que fazem parte da comunidade “Grunwald Brasil” que existe no Orkut. Mas, de certa forma, isso nos deixa com uma estranha sensação de perda, como se toda essa dor ficasse ainda mais próxima.

Há algumas variações do sobrenome Grünwald no Brasil: Gruemwald, Gruenwald, Grunewald, Grunwaldt, e por aí vai. Mas, em qualquer parte do país e até do mundo, penso que todos que souberam desta notícia se sentiram atingidos de alguma forma.

À família de Silvia a a todas as famílias que perderam entes queridos neste acidente, presto meus sinceros sentimentos.

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