Móveis e utensílios

Outro dia falei aqui no Fórmula Grün sobre os “móveis e utensílios” da Fórmula 1, que são aqueles pilotos que ficam na categoria fazendo número por anos e anos, mas não vão a lugar algum. A não ser àqueles paraísos tropicais reservados aos abonados que desfrutam férias várias vezes ao ano, com tudo o que têm direito.

Hamilton and the robot / Foto: GP TotalEsses caras geralmente se dão bem em épocas onde o mercado de pilotos – por diversas razões – enfrenta algum tipo de entressafra. Fazem contratos longos, se estabilizam em equipes médias passando de eterna promessa a “competidor com experiência”. De vez em quando ficam uma eternidade ocupando vagas em equipes de ponta. Casos clássicos? Bondes como David Coulthard, Ralf Schumacher e Riccardo Patrese.

Mas, um belo dia, esses caras acordam e dão de cara com um novo cenário. De uma hora para outra, eis que surge uma geração cheia de pirralhos combativos, ousados e talentosos – não necessariamente nessa ordem. É aí que a casa cai.

Hoje me deparei com uma imagem emblemática para esses casos. O personagem de pé é o bola-da-vez Lewis Hamilton, 22 anos, garoto-prodígio da McLaren. Já o que está sentado não guia na F-1, mas sua roupa e sua pose resumem muito bem a situação de alguns carinhas que estão por aí.

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